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Qualidade de vida da população pobre melhorou muito na década passada
Postado em Matérias especiais por Fredinho em 06-05-2012 . 3:52 pm
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Milton Pomar (*)
Melhorou muito a qualidade de vida no Brasil na década passada, de acordo com o indicador universal que é a taxa de mortalidade infantil: ela caiu 47,5% no período de 2000 para 2010, passando de 29,7 mortes por mil nascidos vivos, para 15,6 por mil, segundo o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse avanço é mais impressionante se comparado com o índice de 1980, quando a mortalidade infantil era de 69,1 por mil. A queda tão expressiva da mortalidade infantil no Brasil resulta da combinação de vários fatores: redução da taxa de fecundidade (número de filhos por mulher), maiores cuidados com a saúde das gestantes, melhorias no saneamento básico, aumento da renda da população pobre e do seu acesso a alimentos e maior escolaridade das mães.
Nesse quesito da mortalidade infantil, o Brasil chegou cinco anos antes ao Objetivo do Milênio. Apesar disso, ainda falta melhorar muito, até o Brasil atingir o índice de cinco por mil dos países mais desenvolvidos, como Cuba, Itália e Nova Zelândia.
Contribuiu decisivamente para essa elevação da qualidade de vida da população brasileira o conjunto de políticas sociais dos governos Lula e Dilma, visando a redução da pobreza. Por isso, a região Nordeste, uma das três menos desenvolvidas do país, foi a que apresentou a maior redução (58,6%) na mortalidade infantil de todas as regiões, atingindo 18,5 por mil. A taxa de mortalidade infantil na região Norte caiu para 18,1, e no Centro-Oeste 14,2. As regiões mais ricas e desenvolvidas do Sudeste e Sul chegaram a 13,1 e 12,6 respectivamente, índices praticamente iguais aos do Uruguai e Argentina.
Os indicadores de Educação também melhoraram substancialmente no período.
(*) Geógrafo, empresário, editor da revista em chinês "Negócios com o Brasil".



Petistas, brincando, dizem que a Argentina teve a “solução K”, ou seja, o casal Kirchner. E nós, aqui em São Paulo, temos… o problema K, de Kassab. Brincadeira à parte, o fato é que a proposta de apoio à candidatura de Fernando Haddad apresentada pelo atual prefeito Gilberto Kassab (PSD) provocou um terremoto no partido na cidade.
